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AFIFE DIGIT@L jornal on-line de Afife

NOTICIAS LOCAIS E REGIONAIS ACTUALIZADAS SEMANALMENTE AOS SÁBADOS ÀS 21h30 ........ e-mail: afifenoticias@sapo.pt

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 AFIFE DIGITAL 

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SEMANÁRIO ON-LINE DE AFIFE         

EDIÇÃO ACTUALIZADA AOS SÁBADOS PELAS 21H30     

EDITADO POR AFIFE NOTICIAS                                             

ENVIE-NOS NOTICIAS PARA  Email:           

afifenoticias@sapo.pt        

+ Largo do Casino já foi pavimentado       

+Caminho  de Linhares pronto, até meio  

+<Junta, faz limpeza em varios caminhos.  

+Praias de Afife começam a ter menos turistas

 

 TORNEIO DE ANDEBOL DO AFIFENSE         

ESTA MANHÃ O AFIFENSE PERDEU COM O ACADEMICO DO PORTO POR 20-18              

PELAS 17H00, JOGA PARA O 3º E QUARTO LUGARES 

FORAM 28, EM ROMARIA AO S. JOÃO DE ARGA.    

                     

Passar as sete serras de Afife á Serra de Arga, foi aquilo que fizeram os 28 elementos do Romeiro, no dia 28 de Agosto de 2008. Estes saíram do largo do Casino, logo de madrugada (5 horas) até ao alto da serra.

              

  Gente de Afife a ver a festa,  o Ze Luis, a Tina e a Laura, la de cima do quartel

Desta vez não para cumprir a promessa certamente, apenas pelo convívio de manter uma tradição que em Afife era característica, para o pagamento de promessas feitas e quantas vezes era habitual, fazer todo o percurso sem poder dizer uma só palavra.

         

Tambem nunca faltam á festa, o Edmar Lopes e esposa, a Dores e a tia da Rosa Diogo.

                 

O Amaro, acabava de chegar á capela, com a sua vara da caminhada

 

Era habitual, levar umas moedas para o Santo e ainda as telhas, que tinham que ser roubadas, por tal eram muitos aqueles dos que confinavam com os caminhos para a serra onde os romeiros passavam, que tinham de ficar a tomar conta dos telhados á face do caminho, não fosse lá alguém manter a tradição de levar uma telha e se fossem muitos os romeiros, lá se ía o telhado. 

          

          O Lopes, a matar a sede, pois o calor apertava, com os 30 graus.

Em tempos a viagem era feita de ida e volta a pé, mas á vinda o percurso era diferente, já que havia sempre no dia 29, festa em S. Lourenço da Montaria e por tal os romeiros do S. João, na volta vinham por S. Lourenço.

     

depois da caminhada, o Valter, o Pedro, a Esmeralda, marido e  filho, descansam, á  somba da capela

Mais tarde, começaram a haver camionetas de transporte até Caminha e então, os romeiros de Afife, passaram a vir de camioneta até Caminha e depois de comboio até Afife. Agora, muitos vão a pé, mas voltam de carro no dia seguinte, porque ainda há muita gente que pernoita num quartel que alugam todos os anos.

      

        Camilo Ramos, á conversa com Rosa Diogo e marido junto ao quartel na tasquinha da Neves.

Este ano o grupo de 28, que muitos deles já fazem esta romaria há inúmeros anos seguidos, saíram pelas cinco da manhã e quando pouco passava das dez da manhã, estavam a entrar no recinto da capela, depois das varias paragens para o mata bicho do costume, como antigamente se designava.

       

         O Ze Cacheno e esposa, o Valter e a Tina, nunca faltam á romaria.

 

É importante estas iniciativas e pelo que ouvimos, foi pouca a divulgação deste romeiro, porque havia muitas outras pessoas que gostariam de participar e só não o fizeram por desconhecimento.

           

   O Zé Barbosa, o Rogerio, sem a concetina e o Valdmar, tambem nunca faltam.


Esta é a festa das concertinas e de Afife, lá estava o Rogério Menezes e o Lopes de Areosa, que nunca faltam á romaria, bem como o doutor Abílio, que quando o encontramos e uma vez que foi no romeiro, esperava pela concertina, no entanto poderia haver mais algum Afifense com a sua concertina e que não nos fosse possível ver, já que eram mais que muitos aqueles que levaram o seu instrumento, como aqueles que os queriam ouvir tocar e por tal, era quase impossível transitas no adro da capela.

        

     O Pedro Lage e o Nelsom Vilarinho de Covas em concerto de triquelitraque e  concertina, para animar a festa

 

Encontramos muita gente de Afife que é habitual se deslocarem á festa e passarem lá os dois dias festivos com a tradição serrana, ora dormindo nos quarteis, ora dormindo  em tendas , que instalam para passarem os dois dias, ou uma noite.

Acontece, que para espanto de  alguns Afifenses que dormiam, depois de uma viagem a pé de seis horas, acordaram com o som de umtriquelitraque a tocar. Ora, logo se pensou que alguem de Afife teve a ideia de levar para o S. João este carateristico instrumento.

                

                          O Nelson Vilarinho de Covas

Mas afinal enganaram-se, aqueles que assim pensaram, já que o triquelitraque, era tocado por um dos mais conhecidos tocadores de concertina do Alto Minho, o Nelson Vilarinho de Covas, que muitas vezes tocou para o Pedro Homem de Mello. Fomos ter com o Vilarinho e lá nos explicou que leva sempre o triquelitraque de Afife consigo, pois este fá-lo lembrar a terra e o poeta que conheceu. Diz-nos que o triquelitraque lhe foi oferecido pela direcção do Casino, aquando a festa de homenagem a Pedro Homem de Mello e este anda sempre consigo, até porque na parte traseira tem um poema que o poeta referencia o triquelitraque.

       

                O Lopes, com as cantadeiras de Gondarem


Esta festa era uma das que Pedro Homem de Mello, fazia questão em estar presente, para ouvir as concertinas e os cantares ao desafio e de certa ocasião, quando começaram a aparecerem os altifalantes no recinto, o poeta queria ouvir as concertinas e a musica gravada dos altifalantes, abafava o som destes instrumentos em termos audíveis, então dirigiu-se á comissão e aos responsáveis do som e pediu para calarem a musica gravada, este não acederam ao pedido do poeta.

             

Não há S. João em que elas não estejam presentes a cantar ao som da concertina do Lopes, são todas irmãs, são as cantadeiras de Gondarem.

Então ele ofereceu 10 contos para pararem a musica, o que era muito dinheiro para a altura, e assim foi possível ouvirem-se os populares instrumentos e os cantares ao desafio.

         

       As mordomas da terra, vestidas a rigor, um autentico museu vivo.

 

         

           O traje vermelho

 

O traje verde

 

Hoje acontece, que na noite de S. João, o lado norte da capela, é para as concertinas e o lado sul, para as bandas de musica, este ano de Lanhelas e Moreira do Lima.

           

                       Mordomas do S. João na procissão.
A festas mostra ainda hoje uma etnografia pura da serra, onde as mulheres incorporam na procissão, levando os vários paramentos, vestidas á lavradeira, num colorido admirável.

             

                  lavradeiras da terra, com os seua variados fatos

Eram varias as cores dos fatos á lavradeira apresentados pelas gentes da terra, que são  mordomas da festa, aqui estava-mos num ambiente rural com grande originalidade, onda as tradições, ainda são o que eram.

 É dia de festa e tudo canta e dança no meio dos 30 graus de caloe que se faziam sentir.

         

Gente famosa dos cantares ao desafio, tambem por lá se fizeram notar, como Foi o caso do Candido Miranda, que não teve gente á altura para tanta desgarrada, mas ainda por ali apareceram alguns que aqueceram a desgarrada.

          

 Tambem lá como sempre, fomos encontrar a Maria das Neves, qie no seu establecimento, não faltavam os varios petiscos regionais, assim como o bagaço com mel, tudo produtos caseiros  da serra.

                  

As concertinas, eram mais que muitas e quando caiu a noite, o adro da capela, transformou-se num autentico santuario destes instrumentos.

No entanto, nem tudo resultou na calma e diversão festiva, já que o despique musical entre as bandas, de Lanhelas e de Moreira do Lima, fez com que  os maestros fossem alem da parte musical para se envolverem em palavras encontrões e algo mais e ao que parece as questões até terão a ver com outras rivalidades, mas alem de uns tratamentos leves, lá continuou a nusica.

Esta festa atraiu ainda gentes de  bem  longe, como alguns jovens tocadores de concertinas, que vieram de Lisboa, propositadamente para a festa e tocarem com as concertinas do Minho.

            

Do Cerquido, eram muitos os tocadores e cantadores, que mostravam a sua veia artistica, tanto no improviso, como nos cantares habituais da terra.

As cantigas ao desafio, eram uma constante.

 

O Lopes com as gentes de Dem, que foram em romeiro, organizado pelo seu grupo folclorico, pelos antigos caminhos da romaria, só que este ano as dificuldades foram acrescidas, dado ao crescimento da vegetação que cobre os caminhos.

 

                     

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Tocador de destaque por estas bandas, Tone da Rita

 

 

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~30 de Agosto de 2008

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para trás e noite escura, ficava a imagem da capela iluminada, vista de loge.

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RIO DE AFIFE, ALVO DE DESCARGAS POLUIDORAS  

         

                 Imagem tirada na ponte do Xisto, 12 horas depois das descargas.

O rio de Afife, voltou a ser alvo de mais algumas descargas poluidoras, ocorridas durante a noite, que deixaram as suas águas coloradas de escuro carregado, desde a ponte do Xisto até á foz, numa extensão de mais de 800 metros. Tudo leva a crer que as descargas tenham sido propositadas a partir de cisternas, já que haviam marcas de tal e estas terão sido efectuadas da própria ponte para o rio.

            Imagem do Fial, 12 horas depois das descargas

Passadas mais de 12 horas e na manhã seguinte, ainda era bem evidente a poluição nas águas do rio, até á foz. A situação uma vez mais verificada, só que desta vez de proveniência desconhecida, é preocupante, porque alem dos prejuízos causados no próprio rio, pode perigar seriamente a saúda publica das muitas crianças que todos os dias tomam banho no final do rio, sem haver uma indicação para a situação em que as aguas se encontram, embora este foco poluidor possa ser visto a olho nu.

           

Charco, no fim do rio, onde diariamente centenas de crianças e adultos passam o dia na agua.

O mesmo se passa no tocante á praia do Caracol, que ostenta a Bandeira Azul, não se sabendo mesmo se esta poluição acentuada, não irá ter resultados negativos nas análises a efectuar e se estas não venham a fazer a praia perder a Bandeira Azul. Fomos alertados para aquilo que estava a acontecer, por volta das 22h30 do dia de ontem, mas na impossibilidade de nos deslocar-mos ao local, fizemo-lo passadas 12 horas, na manhã de sábado e não ficavam duvidas do grau e dimensão das descargas, possivelmente efectuadas a partir de cisternas, já que haviam marcas no piso da estrada, tanto dos rodados, como de esgotos escorridos na berma, trazidos certamente por cisternas.

Das varias pessoas que nos alertaram, afirmam terem visto  veículos de luzes apagadas por aquelas bandas, embora não tivessem identificado, marcas ou matriculas, embora tenham sido alertadas as autoridades competentes, para o que estava a suceder. A versão daqueles que estiveram no local, pouco depois das descargas terem sido efectuadas, diziam-nos, que foi aproveitado o tempo de trovoada que na altura se fazia sentir, para efectuarem as descargas, que dizem serem de fossas, ou vacarias, sendo a primeira hipótese a mais provável, devido ao forte cheiro provocado.

De refernciar, que tem sido detectados varios focos de poluição a partir da estação de bombagem do saneamento, junto á ponte para o Rio, mas desta vez o dedo não pode ser apontado a esta estrutura, que nos ultimos tempos, tem trabalhado dentro da normalidade e com visitas frequentes por parte dos tecnicos. Aqueles que ouvimos e que nos mostravam o seu descontentamento por estas situações, apontam o dedo á pouca fiscalização e á sua demora em chegar quando para tal são alertados. Quanto ao caso das descargas a partir da estação de bombagem, muitos não compreendem, como quando se detecta quem polui, não é aplicada a Lei, porque nunca se ouviu dizer que os responsaveis pela central tenham sido multados, enquanto que em tempos um Afifense foi apanhado pelos serviços  do ambiente a lavar um pincel, num regato e caiu logo o Carmo e a Trindade, com multas pesadas e varias infracções á Lei do ambiente. Neste caso, parece que no rio de Afife, só é proibida a lavagem de um pincel, porque as grandes poluições verificadas e não são elas assim tão poucas, nem sequer são fiscalizadas, pelo menos para as estatisticas..

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30 de AGOSTO  de  2008

 

CASA DO POVO, PINTADA DE FRESCO

CASA DO POVO DE CARA LAVADA.

NO ANO QUE FAZ 40 ANOS DA SUA INAUGURAÇÃO. 

Obra projectada pelo arquitecto SILVESTRE LOMBA.      

               

A obra projectada pelo arquitecto Afifense Silvestre Lomba, "já falecido" foi inaugurada a 19 de Maio de 1968, peçlo então ministro das Corporações, Gonçalves Proença e era presidente da direcção, o Afifense Avelino Meira, que compunha a direcção com Alberto Portugal e Amaro Moreira, estes dois ultimos já falecidos. O edificio ompletou este ano, 40 anos da sua inauguração.       

 

 

 A direcção da Casa do Povo de Afife, aproveita sempre o mês de Agosto “altura em que a casa entra em ferias” para fazer obras de maior ou menor envergadura, mas sempre com o intuito de não deixar degradar o edifício, projectado pela arquitecto Afifense, Silvestre Lomba, que graças ao seu amor pela terra que o viu nascer, conseguiu que Afife tivesse uma Casa do Povo, como em nenhuma outra Freguesia deste País tem.

          

Pois na altura havia um projecto do Governo para estes edifícios, que eram casas de bem menor dimensão e com uma arquitectura diferente. Silvestre Lomba, projectou então uma casa que se identificava com a própria Freguesia, já que quis dar um aspecto de casa rural ao exterior do edifício e até não esqueceu uma maneira de homenagear os estucadores Afifenses, já que os candeeiros do interior, todos eles eram feitos propositadamente com colheres dos estucadores.

         

Este, é um edifício que todos os Afifenses se orgulham, não só por ter sido projectado por um filho da terra, mas também pelo seu enquadramento no local onde está inserido. Pode-se ainda hoje dizer e passados mais de trinta anos da construção e projecção do edifício, que o arquitecto Silvestre Lomba, teve uma visão do futuro, quando projectou este edifício, já que ainda hoje é admirado por muitos que visitam a Freguesia e tomam conhecimento da sua idade.

         

Esta obra foi feita por gente de Afife, na sua quase totalidade, pois como referimos o projecto é de Silvestre Lomba e a obra foi executada pelo empreiteiro Afifense Armando Alves, “ambos já falecidos, o primeiro ainda bem novo num acidente para os lados de Coimbra”
Neste momento a direcção da Casa do Povo, tem ainda um elemento Aires Moreira, que tem sido director desta casa há longos anos e profundo conhecedor da historia desta casa.
As obras agora executadas e que estão praticamente concluídas, passaram pela pintura exterior de todo o edifício. Foi mantida a cor original da casa, que é o branco, assim como foi feita a limpeza nas partes de granito e arranjo de caleiras. A casa ficou agora com uma nova imagem de cara lavada, o que agrada aos Afifenses que se congratulam com o empenho desta direcção, em manter o edifício nas melhores condições de conservação, até porque ali funcionam os serviços médicos e de enfermagem, alem do jardim de infância, que é bem conhecido pela sua qualidade.

      

O ano passado a direcção da Casa do Povo, entre outras obras, já havia colocado uma rampa para pessoas de mobilidade mais reduzida acederam ao interior do edificio.

No entanto houve o cuidado de não alterar a arquitectura original da obra.

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29 DE AGOSTO DE 2008

TORNEIO DE ANDEBOL DO AFIFENSE

ANDEBOL EM AFIFE A 6 DE SETEMBRO 

A Associação Desportiva Afifense, realiza no sábado 6 de Setembro, o seu terceiro torneio Afifense/Ancorensis em andebol sénior, com um dia cheio de andebol no pavilhão David Freitas. Presentes e além da formação da casa o Afifense, vão estar presentes o Santana, Académico do Porto e a Académica de S. Mamede. Este torneio vai servir para a apresentação da equipa do Afifense que vai participar uma vez mais no campeonato nacional da segunda divisão de andebol, assim como vai servir para a rodagem da equipa, com vista á sua preparação para o campeonato. A equipa que mantêm a sua espinha dorsal, conta com nova equipa técnica, que é da casa e conhecedora do andebol praticado pelo Afifense, assim como alguns jogadores formados b no Afifense e que agora regressam de grandes clubes. Este torneio vai ser iniciado pelas 10h30, com o jogo que põe frente a frente a A. D. Afifense e o Académico do Porto e pelo meio-dia, joga-se o Santana e Académica de S. Mamede.
Pelas cinco horas da tarde, joga-se o apuramento do terceiro e quarto lugar, enquanto que a final, vai ter lugar pelas seis e meia da tarde.
Os jogos terão uma duração de 50 minutos.

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30 DE  AGOSTO DE 2008

DESPORTO AFIFENSE.

COMEÇARAM OS TREINOS  DA ADA.                                   

                     

 

O pavilhão David Freitas de Afife, começa já a receber os atletas que vão intervir nas varias competições  em que a Associação Desportiva Afifense vai participar, na epoca que no proximo mês se inicia. Neste momento a equipa de seniores, na modalidade de andebol, já iniciou a sua preparação com vista á proxima epoca, já que vai participar no campeonato nacional de andebol da segunda divisão, bem como na Taça de Portugal e Taça Presidente da Republica em termos oficiais.

Quanto aos escalões mais jovens, este ano a ADA não vai contar com o escalão de juniores, mas vai ter todos os outros escalões a participarem nos varios campeonatos, assim como as escolas de formação.

Quanto a estes escalões, vão decorrer  nos primeiros dias de Setembro os exames medicos e os treinos, vão ser iniciados na primeira quinzena de Setembro.

ATLETISMO

esta secção prepara já o arranque da proxima epoca,  com o inicio dos treinos a ter lugar nos primeiros dias de Setembro, para todos os escalões.

Ha no entanto a resgistar alguns atletas que se encontram lesionados, o que vai certamente atrasar a sua preparação a tempo do inicio da competição.

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30 de SETEMBRO

REFER FEZ OBRAS NAS BAGANHEIRAS

REFER, RECUPEROU TALUDE NAS BAGANHEIRAS.   

                     
A Refer, concluiu já as obras que executou nas Baganheiras, para consolidar uma área da berma da linha, que havia sido derrubada pelas águas, tendo ainda destruído parte do caminho junto a residências. Esta era uma situação que se arrastava há anos e com grandes protestos por parte dos moradores, que temiam que a situação viesse a tomar maiores proporções, pois em caso de haver um Inverno mais rigoroso, as aguas poderiam mesmo fazer a destruição do caminho isolando vários moradores.

           

A parte que havia sido arrastada pelas aguas, foi agora consolidada com a construção de um muro de suporte a toda a altura do declive, que igualmente fará o escoamento de aguas para o aqueduto da Linha, uma vez que naquele local se juntam aguas provenientes dos montes adjacentes.
Para os moradores, mais descontentes e que sempre protestaram contra a situação então verificada e que se vinha a degradar sempre que havia um pouco mais de chuva, dizem que estes trabalhos já deviam ter sido feitos há mais anos atrás, porque esta situação já se verificava há cinco anos e dizem mesmo que tanto a Junta como a Refer, nunca se entenderam para resolver o problema. Alguns a quem ouvimos, dizem esperar agora que depois de recuperado este espaço, não venham as aguas a destruir mais ao lado, porque havia de ser feito um encaminhamento das águas para um local adequado e não sem orientação.

No entanto e depois de os moradores no local terem alertado  a engenheira responsavel pela obra para a agua que corre no local em tempo de chuva, foi feito um rego de desvio das aguas, no local que agora recebeu este muro de suporte.

            
Um pouco mais a norte e no Lugar de S. Roque, a Refer colocou gradeamento de vedação á linha-férrea, frente ao supermercado Casa Lamas, face ao caminho das Baganheiras. O gradeamento existente, havia sido retirado há anos, devido á degradação e era um espaço significativo a paredes-meias com o caminho, que se encontrava sem qualquer protecção.

              

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29  de AGOSTO  de  2008

CAMINHO DO BARRIDAL

ARRANJO NO CAMINHO DO BARRIDAL. 

             


A Junta de Freguesia executou trabalhos no Caminho do Barridal, que passaram pela canalização das águas pluviais numa área frontal a residências, assim como procedeu á pavimentação a cubo da área intervencionada. Estes trabalhos, vão certamente resolver um problema que era sentido pelos moradores desse local, pois quando os dias eram de chuva mais intensa, estes eram então obrigados a colocar sacos de areia nas entradas das suas residências, para evitar que as aguas do caminho lhes entrassem em casa. Tudo se ficava a dever á falta de escoamento das águas pluviais e assim as águas andavam perdidas pelo caminho. Agora com esta intervenção, em que foi colocada uma conduta de escoamento e grelhas, vão fazer com que as aguas se dirijam agora mais facilmente para o escoamento de um rego fureiro existente na curva do respectivo caminho. Esta será certamente uma dor de cabeça, tirada aos moradores mais afectados com as aguas da chuva em tempos de inverno. Agora falta só esperar pela chuva, para ver se a obra resolveu ou não o problema da entrada de aguas para as residencias e já que a junta está com as mãos na massa, bom seria que um pouco mais abaixo, conseguissem resolver o problema de escoamento da aguas, porque quando chove, o caminho fica coberto de agua. Este é outro problema antigo e muito reclamado pelos moradores e não só.

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-30 de AGOSTO de  2008

CAMINHO DE LINHARES

CAMINHO DE LINHARES, TEM OBRAS INTERROMPIDAS.

                                     
As obras de pavimentação do Caminho de Linhares, pararam a meio, mas vão ter continuidade proximamente. A paragem deve-se ao facto de ali se estarem a construir habitações, até porque no local se regista a frequente circulação  de veículos pesados para o serviço das respectivas obras, o que dificultava o trabalho executado pelos calceteiros.  

           

 A autarquia, resolveu que seria melhor fazer uma paragem na continuidade dos trabalhos a partir do inicio das obras que ali perto se estão a realizar, já que se assim não fosse, certamente que a circulação de camiões carregados, facilmente deixaria marcas na pavimentação.

      

Neste momento o espaço pavimentado, já serve os moradores da área, ficando no entanto o caminho fechado á circulação automóvel a partir do local onde as obras foram interrompidas. Este caminho está ser pavimentado a cubo, substituindo assim a calçada á Portuguesa existente, mas as obras devem-se á necessidade de ter que ser levantada a sua pavimentação, para a colocação de condutas de escoamento das aguas pluviais, que agora serão dirigidas para a canalização da estrada de Cabanas. A continuidade dos trabalhos, vai acontecer, logo que as construções que estão a serem edificadas á face desse caminho, estejam concluídas, ou em fase de conclusão. Pensa-se que ainda no decorrer do próximo mês de  Setembro, a pavimentação venha a estar concluída e o caminho aberto ao transito na sua totalidade.

Este caminho tem varios pontos com grelhas para o escoamento das aguas para a canalização subterranea, que conduz as aguas para a tubagem que está a ser instalada no caminho de Cabanas.

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29 de Agosto de 2008

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Estamos com a edição limitada e com dificuldades de incluir  imagem, situação devida ao acesso ao servidor a que somos alheios. Por tal estamos a actualizar as noticias sempre que possivel.

 

AFIFE, PARTICIPOU NO CORTEJO DE VIANA      

                
Afife, 100 anos depois, voltou a marcar presença no agora cortejo das festas da Senhora da Agonia, com uma representação folclórica e com o grupo dos triquelitraques. As festas Vianenses deste ano, comemoravam os cem anos da primeira Parada Agrícola, já que era assim que se chamava na altura e já nesse ano a Freguesia de Afife se fez representar, naquela que foi a primeira mostra viva dos usos e costumes agrícolas, conjuntamente com mais três Freguesias do Concelho, pois foram apenas quatro as Freguesias que se fizeram representar, Afife , Areosa, Meadela e Perre. Assim neste cortejo de Viana, que evocou os 100 anos, a organização conseguiu recuperar um carro, puxado a cavalos, que transportava na altura as lavradeiras de Areosa para a Parada, assim como conseguiu ainda fazer representar alguns motivos agrícolas, hoje já totalmente em desuso, como os carros de vacas, carregados de erva e mato, autenticas peças de museu, bem como muitos outros apetrechos agrícolas movidos por meio animal e humano.
Quanto á representação de Afife, começamos por salientar a presença como convidado de honra na bancada de dois Afifenses, Sérgio Mesquita e esposa, director da delegação de Finanças de Viana do Castelo, que assistiram ao cortejo lado a lado com as entidades oficiais do Distrito, assim como o representante do Governo, o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos. Afife começou a desfilar no quadro em que eram representadas as quarenta Freguesias do Concelho, em que uma lavradeira Afifense, que já foi cabeça de cartaz das festas da Senhora da Agonia, transportava a bandeira da Freguesia. Esta desfilou com o fato de luxo da Freguesia, o vermelho mais simples de todos e que o historiador e folclorista, Cláudio Bastos, como o único e o que mais cores vivas apresenta, devido ao seu vermelho especial e ao lenço amarelo, que o distingue de todos os outros. Outro quadro da Freguesia representado, foi o das sargaceiras, que com os seus redenhos em tempos idos se dedicavam á apanha do argaço, era assim que em Afife se chamava e ainda hoje assim se pronuncia. Aqui eram mulheres de todas as idades que fizeram representar a Freguesia, numa actividade que em tempos era intensa, já que o argaço, era um adubo especial para a terra e ainda dava para vender depois de seco, onde se amealhavam alguns trocados, para fazer face ao dia a dia. Muito embora, as roupas apresentadas e as sapatilhas, não queiram serem entendidas como as roupas utilizadas na altura, para a apanha do argaço, já que aqui as mulheres utilizavam as roupas mais velhas e esfarrapadas que tinham, porque a agua do mar estragava tudo. No entanto levavam sempre, outra muda de roupa, para depois de saírem da agua vestirem, porque a partir da recolha do argasso da agua, começava a outra tarefa, que era o por o argasso a secar em local previamente escolhido e apossado, com algum argasso espalhado.
Um outro quadro, em que Afife se fez representar, foi com as lavradeiras do Grupo de Folclore e desfilarem, em que arrancaram os aplausos do publico presente junto á tribuna e mesmo muitos as identificavam pelo traje, como “ali vão as de Afife”. Havia ainda outro carro onde a Freguesia foi representada com mais duas lavradeiras, que era o carro onde se faziam representar as Freguesias do Concelho, vimos ainda mais trajes de Afife, que eram envergados por pessoas de outras localidades e que certamente, lhes agradou as cores Afifenses.

         
A fechar a representação Afifense, desfilaram os triquelitraques de Afife, onde um grupo de tocadores, eram anunciados pela placa, que o Malheiro transportava e assim dava a conhecer o nome da Freguesia e dos triquelitraques. Logo a seguir, e a abrir o quadro, apresentou-se o Jorge Martins a tocar o corno de vaca, tal como era conhecido em Afife e que se fazia ouvir em tempos antigos na Sarração da Velha, bem como na calada da noite, sempre que havia na Freguesia algum caso de infidelidade conjugal. Ou seja este toque, tanto dava para a festa, como para arreliar algum que tivesse metido o pé na argola. Seguia-se então no grupo de tocadores do triquelitraque , onde gentes de todas as idades, não se fartaram de dar ao instrumento, como o Fernando da Vina, que veio desde Bragança para participar, bem como o Casado, o São João, o Edmar e tantos outros que são habituais e nunca faltam nestas saidas. O grupo fez uma paragem, em frente á tribuna e por ali se tocou o esgalha, até rebentar, num despique que mais parecia o dos bombos, que por ali passaram, brindando assim os convidados de honra na tribuna, e estes aplaudiram, alguns até o fizeram de pé, como os autarcas, ministro e os Afifenses presentes. Aqui, os fotógrafos de vários órgãos de informação e cadeias de televisão, colheram as melhores imagens e até alguns se nos dirigiram para serem esclarecidos daquilo que representava aquele quadro.
No final o balanço da representação de Afife foi positivo, já que 100 anos depois, a Freguesia esteve em força e bem representada durante dois dias e deu-se a conhecer junto dos muitos milhares de forasteiros que encheram as ruas da cidade, tanto pelo Grupo Folclórico, uma vez que a sua bandeira, tem o nome de Afife bem visível e pelo grupo dos triquelitraques que igualmente o mesmo dístico ostenta.
Um reparo no meio de tanta coisa, já que foram mais de três mil os participantes no cortejo e em que estiveram representadas as quarenta Freguesias do Concelho, umas mais que outras, como é evidente, mas será de a organização em futuras iniciativas, colocar placas indicadoras das Freguesias, pois o guião não chegou a todos os presentes e eram frequentes as pessoas perguntarem umas ás outras, qual era a representação que estavam a verem passar. 

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23  de AGOSTO de 2008

 

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DIFICULDADE DE ACESSO AO SERVIDOR, IMPEDEM-NOS DE ACTUALIZAR A EDIÇÃO, ESPERAMOS CONSEGUIR AS ACTUALIZAÇÕES O MAIS RAPIDO POSSIVEL, JÁ QUE NÃO DEPENDE  DA NOSSA PARTE.

 

RANCHO DE AFIFE, DANÇOU NA FESTA.

                
O Rancho Folclórico de Afife,  com miudos e graudos desfilou e dançou na sexta-feira das festas da Senhora da Agonia, tendo sido muito aplaudido, por uma bancada da avenida, completamente cheia.

                 

O desfile iniciou-se, como é costume na estação pelas nove e meia da noite e rumou ao jardim da marginal, onde em dois palcos os vários grupos se exibem. Este ano e ao contrario do que era habitual, foram os grupos de folclore a abrir o cortejo e não os bombos, onde o Rancho de Afife foi o primeiro a abrir o desfile e lá estava o Malheiro a marcar o compasso ao som do seu cavaquinho.

 

 Este desfile, leva os grupos até ao local onde estão montados os palcos para exibirem algumas das suas danças, um no anfiteatro da marina e um outro montado junto da ponte metálica, no qual actuou o Rancho de Afife, da Meadela, Cardielos, Carreço, S. Lourenço da Montaria e Carreço. Acontece que a organização terá que repensar o local para onde os grupos se exibem, já que uns são verdadeiramente prejudicados, pois actuam quase uns para os outros, devido á sempre fraca afluência de publico no palco instalado junto á ponte. Enquanto que no anfiteatro da marina se vê uma plateia de milhares de pessoas a assistirem ás exibições, no palco das pontes, contam-se pelos dedos das mãos aqueles que ali se deslocam para verem o folclore. È desmotivante para os próprios grupos, actuarem para meia dúzia de espectadores, enquanto que na marina, os grupos designados para esse local tem milhares de espectadores a aplaudir. Seria bom encontrar uma outra maneira de evitar que os grupos sintam tão pouco apoio do público, pois s área da ponte fica numa das pontas da cidade e é apenas um local de passagem para a romaria. No entanto o rancho de Afife, mostrou aquilo que de melhor sabe dançar, exibindo as suas danças mais características, terminando a actuação com a gota e nem mesmo um engano, logo corrigido, afectou os elementos do grupo.

             

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