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AFIFE DIGIT@L jornal on-line de Afife

NOTICIAS LOCAIS E REGIONAIS ACTUALIZADAS SEMANALMENTE AOS SÁBADOS ÀS 21h30 ........ e-mail: afifenoticias@sapo.pt

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SEMANÁRIO ON-LINE DE AFIFE                  
EDIÇÃO ACTUALIZADA AOS SÁBADOS PELAS 21H30    
EDITADO POR AFIFE NOTICIAS, Caminho da Cabriteira, 4900-012  AFIFE. Portugal  
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 JUNTA DE FREGUESIA .      CASINO            RADIO         

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 ACTIVIDADES

 NÃO ESQUEÇA, NA MADRUGADA DESTE DOMINGO, DEVE ATRASAR O SEU RELOGIO,PARA A HORA DE INVERNO.

Casino realiza jantar dançante, dia 13

ANDEBOL 

FUTSAL   

Afifense desloca-se ao recinto do Monte sábado 21h00.

Sábado Afifense recebe Amigos de Sá.  

Dia de Todos os Santos, vai-se mantendo a tradição com a visita dos vivos, ao recinto dos mortos, mas também é tempo de negocio, em que se puxa os cordões à bolsa, para algumas exorbitâncias.

No monte de Santo Antonio, cortaram-se os pinheiros e eucaliptos e nascem as mimosas e australias, que começam a se uma praga muito dificil de eliminar

Antiga casa da Francesa, está a cair e é um perigo para quem por ali passa.
Antigas instalações do matadouro de Cabanas, encontram-se em ruínas e constituem perigo de derrocada.
Estreia de peça de teatro  no Casino, encheu meia casa, os socios continuam a não participar nas iniciativas  realizadas e foram mais os forasteiros que marcaram presença.
Inspecionados de 77 para o serviço militar, vão voltar a realizar o seu convivio anual, o próximo é já no dia 13.
Zona florestal de Afife está abandonada e esquecida pelos seus proprietarios, sendo urgente pensar o futuro desta importante mancha florestal.
Afifense, regressou à competição em andebol, depois de uma paragem do campeonato e defrontou o Infesta, um dos lideres deste campeonato.
FUTSAL,  Afifense na quinta jornada, voltou a jogar fora, agora foi a Alvarães.
VIANA DO   CASTELO     

Executivo Vianense recebeu alunos da ERASMUS.

Mais de  9 mil, visitaram a Bienal.

Câmara visitou Lanheses.

Câmara lança edição sobre a Rede Natura 2000.

Câmara investe 130 mil em equipamentos tecnológicos para as escolas.

Processo de modernização administrativa.

Serviços Municipalizados, adquirem viatura eléctrica.

 

  CAMINHA     

Jardim de Infância de Vila Praia de Ancora, em fase de acabamento.

Universidade Sénior em Caminha.

Ferry, obrigado a parar.

Requalificação da zona ribeirinha.

Mostra de artesanato e feirões.

Apresentação de livro sobre o rio Minho.

Floresta em debate em Caminha

 

 

VALENÇA

 Feira dos Santos em Cerdal.

Valença promove o turismo.

Valença expõe pintura.

DIA DE TODOS OS SANTOS.

 .           DIA DE TODOS OS SANTOS:                      

                 

Em Afife, a tradição vai-se mantendo e são muitos aqueles que estando fora,  fazem questão de se deslocarem à sua terra, para lembrar aqueles que já partiram e participarem nos actos religiosos que nesta altura se realizam evocando os mortos. A visita ao cemitério, é ponto obrigatório e muitos fazem-no uma vez por ano e sempre nesta altura, especialmente aqueles que tem as suas actividades profissionais fora da freguesia e há ainda outros que não tendo já família, se deslocam para recordar aqueles que foram seus familiares e que já não fazem parte do rol dos vivos. 

 Tal como acontece um pouco por todo o lado, o dia de Todos Os Santos e Finados, tem a sua vertente religiosa, comercial e a de preparação. Esta tarefa cabe principalmente às pessoas que vão procedendo a trabalhos especiais nas campas e jazigos dos cemitérios, para que no primeiro de Novembro tudo se encontre limpo e asseado e no computo geral, é nos dado a observar um pouco por todo o lado quantas vezes se capricha com gastos exagerados, já que vêem-se neste dia, arranjos florais nas campas, que custam os olhos da cara, alem de outros paramentos que no fim de contas só servem uma vez por ano. Isto já para não falar no luxo de campas e jazigos, só para ser o melhor e o mais vistoso. No fim de contas este é o negocio dos vivos, feito com os mortos, já que as floristas, tem nesta altura o seu S. Miguel e por vezes as flores até são inflacionadas, bem como aparecem aquelas mais raras, que o seu preço não é comportável por qualquer carteira.

                          

Mas isto não é novo, já vem de tempos idos e certamente que vai continuar no tempo, tal como as vendedeiras de roscas, que lá vão aparecendo às portas da Igreja e Cemitério, que embora estas sejam novas, as roscas já são bem antigas na arte da doçaria popular, porque a tradição mantém-se e certamente que os mais velhos se lembrarão que era  quase inevitável, que no fim da visita ao cemitério, não se fosse  à mulher  das roscas, para comprar meia ou uma dúzia e por vezes até uns rebuçados que também traziam no cesto para venda. Agora e porque o cemitério é desde há vários anos pavimentado, cabe à Junta de Freguesia proceder à sua lavagem, o que aconteceu no dia de ontem e este sábado, foi dia para que as pessoas pudessem colocar as flores, já que as campas haviam sido já arranjadas antes da lavagem feita pelos trabalhadores da autarquia.

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Desde o século II, alguns cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires para rezar pelos que morreram. No século V, a Igreja dedicava um dia do ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém lembrava. Também o abade de Cluny santo  Odilon, em 998 pedia aos monges que orassem pelos mortos. Desde o século XI os Papas  Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão I (1015) obrigam a humanidade a dedicar um dia aos mortos. No século XIII esse dia anual passa a ser comemorado 2 de Novembro, porque  1 de Novembro é a Festa de Todos os Santos. A doutrina católica evoca algumas passagens bíblicas para fundamentar sua posição (cf. Tobias 12,12; Jó 1,18-20; Mt 12,32 e II Macabeus 12,43-46), e se apóia em uma prática de quase dois mil anos.

Primeiro de novembro é o dia de todos os Santos.

Celebrar todos os santos é celebrar a santidade de Deus que manifesta-se nos seus filhos e filhas. Só Deus é santo, mas nós somos sua imagem e semelhança, por isso somos chamados à santidade. Deus é amor e quanto mais vivermos no amor, mais seremos semelhantes a Deus.

A santidade é sermos semelhantes a Deus, não tomando o Seu lugar, mas vivendo em todo lugar em sintonia com seu amor e sua bondade.

A grande pergunta que nós podemos fazer é a seguinte: é possível ser santo em São Paulo? A nossa cidade é lugar da santidade de Deus? E mais ainda, o que é ser santo em São Paulo?

A nossa cidade cheia de tão grandes desafios, contradições e conflitos, é espaço favorável a viver na santidade. Muitas vezes temos introjetado que o santo, a santa são pessoas imóveis, estáticas, caladas e que não se posicionam frente aos conflitos sociais, políticos e de interesses. Os que vivem a santidade gostam do silêncio da oração, mas não se calam diante das injustiças e opressões que atingem principalmente os mais fracos e frágeis. Os santos não são super-homens e as santas não são super-mulheres, mas pessoas que na sua fragilidade confiam na força amorosa de Deus que é o protector e defensor dos pobres.

A nossa cidade e em geral as cidades brasileiras são o retrato da enorme desigualdade que atinge a tantas pessoas, privando-as da sua humanidade, quando as impossibilita o trabalho, o alimento, a saúde, a educação, a moradia, a dignidade e as possibilidades de ser livres e felizes.

A santidade é a glória de Deus na vida de seus filhos e filhas. Santo Irineu nos ensina que “a glória de Deus é que seus filhos vivam”. Vivam e não sobrevivam em condições humilhantes e indignas.

A santidade é situada, é datada, não é um processo alienante e abstracto, tanto que para ser declarado santo a vida da pessoa é examinada em todas as circunstâncias de seus actos, escritos, palavras, atitudes, buscando entender como enfrentou as dificuldades e conflitos de seu tempo e como conviveu com seus contemporâneos a fidelidade no seguimento de sua fé.

Os santos e santas são pessoas marcadas pelo seu tempo e que souberam perceber o apelo de Deus pelo discernimento de buscá-lo e amá-lo acima de tudo, não tendo medo de assumir e viver o escândalo da cruz, das perseguições e do martírio.

Os santos não são privilegiados que podiam ficar sem comida e não sentir fome, serem alvejados sem se ferir ou sentir dor, sofrer sem sofrimento. Os santos e santas são pessoas humanas, sujeitas à solidão, cansaço, lágrimas. Muitos foram prisioneiros, torturados, massacrados, assassinados. Muitos foram exilados, expulsos de suas cidades e tratados com extrema crueldade, mas se mantiveram firmes nas suas opções e fiéis adoradores ao Deus de Jesus, sem se render aos ídolos que surgem em todas as épocas favorecendo a idolatria e o pecado do egoísmo e do oportunismo.

A santidade não é a busca do sofrimento, não é exercício de masoquismo, é a felicidade de quem ama e vence o medo e, com fidelidade, assume as consequências do seu amor.

Amar traz conseqüências, não é possível amar e não se transformar e colocar sua vida em risco ou em vulnerabilidade. O amor nos fortalece e fragiliza, nos santifica.

Os santos e santas são sinais para nós de que o que Deus pede é possível, é para nos animar de que pessoas frágeis como nós foram capazes de superar os desafios e viver com fidelidade até o fim.

a de quase dois mil anos.

 30 de Outubro de 2010

Afife Noticias Informação

INFESTANTES,POLIFERAM O MONTE DE SANTO ANTONIO.

          AUSTRALIAS CRESCEM EM SANTO ANTÓNIO.             

   

Neste momento o Monte de Santo António de Afife, está a ser coberto pela vegetação infestante, como é o caso de mimosas e australias e tudo se fica a dever ao corte de arvores que foi efectuado o ano passado e a partir daí, não ter sido efectuado qualquer trabalho para revitalizar o espaço. A Junta de freguesia havia vendido algumas arvores, que na sua maioria se tratava de eucaliptos na vertente norte e poente do monte, tendo os madeireiros encarregues de efectuar esse corte, deixado o espaço intervencionado limpo de qualquer vegetação.

           

 Acontece que passados mais de seis meses do corte, começam a crescer os infestantes que já cobrem uma mancha significativa do espaço intervencionado e que se não for levada  a cabo uma intervençãopara evitar a sua proliferação, certamente que a situação possa vir a ficar incontrolável. Na altura foi avançado pela autarquia Afifense, que iria ser estudado em conjunto com a Câmara Municipal de Viana, uma forma de reflorestar o monte com arvores adequadas, falando-se mesmo em carvalhos e sobreiros.

                 

Acontece que até ao momento ainda não foi avançada qualquer acção que vise a plantação de novas arvores, até porque esta carece certamente de um estudo prévio para avaliar os locais onde  possam ser feitas as respectivas plantações. O monte está neste momento com uma significativa redução  de arvores de pequeno e médio porte, até porque  com as ultimas ventanias, foram derrubadas seis arvores de porte médio alto, já que haviam ficado sem protecção, em relação aos ventos de sul. A Junta de Freguesia, espera em colaboração com a Câmara avançar com um projecto que vise a reflorestação do monte, assim como ter em atenção à vertente arqueológica, já que existe uma estação arqueológica no monte de significativa importância. Nos últimos 15 anos,o monte viu reduzida em mais de  60 por cento a sua mancha florestal e tal situação teve efeitos negativos em termos de nidificação de aves, já que as pegas e os corvos, que habitualmente faziam ninhos em muitas arvores de maior porte, desapareceram para nunca mais serem vistos por aquelas bandas. Certamente que esta situação se terá reflectido em outras espécies, não só em aves, como em outros animais e mesmo na própria vegetação. Certamente que  a desertificação do monte em termos da vida animal, se deve ao desaparecimento da mancha vegetal, ao longo dos últimos, 15 a 20 anos, em que o monte se viu reduzido na sua mancha arbórea. È de salientar que em tempos o monte era local onde pegas, corvos e outras aves de menor dimensão faziam os seus ninhos e eram vistas  com frequência, pois encontravam aqui todas as condições  para o seu habitat natural, certamente que as construções em redor e o corte das arvores, terão sido as causas para que estas espécies abandonassem este local, bem como muitas aves nocturnas.

                  

Eram também diversificadas as arvores que  existiam no monte há 20 anos a esta parte, onde se contabilizavam, sobreiros, carvalhos, pinheiros, pinheiros mansos,os dois primeiros, desapareceram por completo, uns foram cortados,outros secaram e deram lugar a eucaliptos,mimosas e austral ias. Em tempos e quando a reflorestação do monte, em que o Afifense Tomas Pinto foi o grande impulsionador,foram plantados pinheiros, carvalhos e sobreiros, mas destes, apenas hoje existem os pinheiros mansos dos cabeços, já que ninguém lhe continuou a obra. Agora seria bom que a reflorestação do monte fosse vista  como prioritária por parte das entidades oficiais, para que este miradouro por excelência sobre a freguesia, voltasse a ter a beleza e as sombras que em outros tempos conheceu e era designado como local privilegiado e muito procurado por gentes de Viana.

30 de Outubro de 2010

Afife Noticias Informação

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