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MASTRO DE SANTO ANTÓNIO, NÃO RESISTIU AO VENTO.

DSC05939.JPGNa imagem a seta indica o local onde se encontrava o mastro,na vertente sul do monte de Santo António

O mastro de Santo António, não resistiu esta semana a ventos mais forte e acabou por partir num dos seus primeiros lances, tendo a seta e a esfera caído na parte a norte da sua base, enquanto que o resto do mastro em tubo metálico,veio a tombar sobre a vertente sul do monte. as causas mais prováveis para que tal tivesse sucedido, fica a dever-se certamente a rajadas com um pouco mais de intensidade do vento de sudoeste que se fez sentir no inicio da semana e este viria a partir por uma das emendas. Recorde-se que este mastro não era espiado, como acontecia anteriormente. Este havia sido construído por uma das ultimas comissões da festa de Santo António, que como o anterior mostrava-se já em estado de degradação e como não dava grandes garantias de segurança, a comissão da altura resolveu fazer a sua substituição por um novo mastro, de menor altitude, sem espias de segurança e com tubo de maior dimensão. Este servia não o para o içar da bandeira da festa, como também era ponto de referencia para as pessoas da freguesia se orientarem das mudanças do vento. O primitivo mastro de cerca de 15 metros de altura,havia sido originário de uma quinta em Sintra e foi trazido por um Afifense, para ser colocado no monte de Santo António, com a seta e a esfera, que se mantiveram,especialmente a esfera, porque a seta, já era a segunda, tendo a primeira sido feita  pelo César da oficina de serralharia deAfife, há mais de 40 anos.Na mesma oficina o mastro foi reparado por duas vezes e em ambas foi sendo encurtecido. Como curiosidade a primeira reparação do mastro aconteceu na altura em que Aures Moreira fazia parte da comissão de festas e num domingo bem cedo resolveram descer o mastro para uma reparação,com este em terra depararam que os tubos da parte superior se encontravam bastante podres e por tal era necessário uma intercepção. Na parte da tarde desse mesmo domingo resolvem levar o mastro para a oficina do César para este  o reparar,  o mastro foi levado as costas pelos elementos da comissão de festas. Ao chegarem a S. Roque, encontram o César que de cana de pesca as costas se diria para uma tarde de pesca no mar de Gateira,logo foi interpelado pelo Aires Moreira, que com muito custo lá o convenceu a abandonar a tarde de pesca  para então reparar o mastro. Fio então tarde de trabalho na oficina, com os elementos da comissão a ajudar e ainda nesse mesmo dia o mastro foi para o sitio. Outra curiosidade, foi numa segunda vez que o mastro foi descido, num domingo à tarde,o que fez deslocar ao monte os elementos da então comissão em muitos curiosos, numa comissão onde fazia parte o Joaquim (Jaco) este colocou as pessoas todas à distancia, apenas os necessários para a descida do mastro o que não era fácil,porque se as coisas não corressem bem, o mastro poderia partir. Acontece que nessa altura o monte tinha uma arborização acentuada, o curioso é que já na parte final da descida, desprendeu-se a esfera e a seta, tendo a esfera rolado monte abaixo por entre a arborização, passou a estrada do monte, a bouça das Jacouas e só parou na estrada do Barridal, tendo sido levada daí até ao monte,pelos rapazes que presenciavam a realização dos trabalhos e assim colaboraram.

DSC05954.JPG O que resta do mastro e que ficou  preso à sua baseDSC05948.JPGA seta e a esfera, ainda este sábado se encontravam no local.

DSC05955.JPG

 O resto do mastro está entre a vegetação da vertente sul do monte, tudo poderia ter sido já removido do local, até porque há peças que se possam reutilizar. Afora seria de todo importante que o mastro voltasse a ser colocado,porque ainda nos dias de hoje,este continua a ser o ponto de referencia de muitas pessoas da freguesia,para se inteirarem do lado em que está o vento, como assim por cá se diz.

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