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INACREDITÁVEL. DIFÍCIL DE ENTENDER

por afifenoticias, em 04.01.19

INACREDITÁVEL. DIFÍCIL DE ENTENDER

             Sempre pensei que depois das desgraças dos incêndios, com a destruição de vidas

e haveres, com o incidente e acidente na estrada de Borba, as entidades nacionais que zelam pela segurança dos portugueses e dos seus bens, já se tinham entendido como e quem ordena a luta contra o fogo, de maneira que não aconteçam as tragédias acima citadas, no ano que se avizinha, isto é, acerca de cinco meses do começo da chamada época de fogos, com a chegada do Verão.

             Estava convencido que aquelas entidades já tinha chegado à conclusão que, no caso dum incêndio na floresta, quem era a entidade primeira a intervir no teatro de operações. Mas enganei-me, quando nesta tragédia do helicóptero do INEM, ninguém telefonou, ninguém viu, ninguém estava no lugar certo. E aconteceu o pior, o inacreditável. Todas as entidades “SACUDIRAM A ÁGUA DO CAPOTE”, afirmando nos brifings que não tinham culpas, que se houvesse culpados eram os outros, etc. etc.DIFICIL DE ENTENDER, NUM ESTADO DE DIREITO. Também as palavras dum governante que, na minha opinião, sem nenhum respeito pelos falecidos e famílias, dizendo com ar angelical que, mesmo que os socorros fossem mais céleres, os tripulantes da aeronave, já estavam mortos.Que eu saiba, esse governante não é médico´

       Agora estou a ouvir que o 1º. Ministro designou um magistrado para indagar as causas do acidente, as culpas das entidades, no socorro que desde as 18h30, hora do último contacto com o helicópetro e a 1h30 do dia seguinte, quando foram descobertos os destroços do aparelho e as vítimas. Todos esperamos que este magistrado tenha a coragem de indicar no seu relatório, quem falhou e os culpados, se os houver, serem severamente punidos. Não basta o Sr. Presidente da República, dizer que todos falharam. O que é preciso é que neste lamentável acidente “A CULPA NÃO MORRA SOLTEIRA”, como aconteceu na Ponte de Entre-os-Rios, nos incêndios, em Borba. Caso contrário, no próximo Verão, lá iremos ver novamente ver as entidades da segurança a dizer que “fui eu o primeiro” o os outros a dizerem”não senhor fomos nós”. A CONTINUAR ASSIM, É MUITO DIFICIL SER PRIOR DUMA FREGUESIA DESTAS, ONDE NINGUÉM MANDA OU OBEDECE”.´Parece um País, “SEM REI NEM ROQUE”, onde a autoridade do Estado é posta em causa,onde ninguém é responsável. O Governo deve começar a punir severamente, quem não está à altura das suas responsabilidades, sobretudo na área da segurança dos cidadãos. Caso contrário, nas eleições, por mim, saberei proceder em conformidade, isto é, embora votando, não acredito naqueles que querem liderar o País. Não quero estar de acordo com o Consul romano, quando a mando do Imperador, viveu com os Lusitanos. Quando apresentou o relatório, disse ao Governante Romano que os Lusitanos eram um Povo que “NÃO SE GOVERNA, NEM DEIXAM SER GOVERNADOS”. O que é preciso é que a SEGURANÇA, não tenha tanta gente a mandar uns nos outros e criar-se um Comando Único, a quem se possam pedir responsabilidades, quando acontecem tragédias, quer na floresta, quer nas estradas, quer nas pontes, quer na queda de aeonavesESTA É A MINHA OPINIÃO. UM BOM ANO PARA TODOS OS DIRECTORES, COLABORADORES E LEITORES DESTE JORNAL OU OUVINTES DESTA RÁDIO..

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